Começou em 23 de maio de 1535, quando os colonizadores portugueses, chefiados pelo donatário Vasco Fernandes Coutinho, desembarcaram na Capitania do EspÃrito Santo. Nesse mesmo ano, foi fundada a povoação de Vila Velha, primeiro núcleo populacional da capitania. Na tarefa de catequese dos Ãndios da região, destacou-se a figura de José de Anchieta, que lá morreu em 1597.
A proibição da mineração nas Minas Gerais e a presença de tribos hostis no interior contribuÃram para que o EspÃrito Santo se mantivesse por muito tempo como uma capitania essencialmente litorânea. Apenas na segunda metade do século XIX, essa
situação modificou-se graças à expansão da lavoura cafeeira. O café, penetrando no extremo sul do estado, proveniente do Rio de Janeiro, garantiu o povoamento do interior.
O plantio do café foi ainda a principal atividade dos imigrantes europeus, especialmente alemães e italianos, que introduziram o regime da pequena propriedade na região serrana. A ocupação do extremo norte ocorreu no inÃcio do século XX, graças à s primeiras plantações de cacau, estabelecidas por fazendeiros baianos. Mas foi apenas em 1963 que o EspÃrito Santo adquiriu sua atual configuração geográfica, com a solução da antiga disputa entre o estado e Minas Gerais, relativa à posse da região da Serra dos Aimorés. Pelo acordo, a região foi dividida entre os dois estados.
Atualmente, o EspÃrito Santo conta com trunfos valiosos na arrancada para o desenvolvimento econômico: uma privilegiada localização geográfica, riquÃssimas reservas de minerais radioativos no litoral, um dos maiores portos de minério do mundo
e a segunda maior produção de petróleo do Brasil.
Origem do nome: Vasco Fernandes Coutinho desembarcou na capitania no dia 23 de maio de 1535 desembarcando na atual Prainha de Vila Velha, onde fundou o primeiro povoamento. Como era oitava de Pentecostes, o donatário batizou a terra de EspÃrito Santo, em homenagem à terceira pessoa da SantÃssima Trindade.








